Vem cá mulher bela
Pois o meu coração por ti clama
Vem cá, anda singela
Vem ver a quem te ama.
Vem ditosa, minha querida
Vem fermosa, minha vida
Encontrar a minha graça.
Vem já, vem ligeira
Vem agora que o tempo passa,
Vai e não volta atrás.
Vem aqui, p'ra minha beira
Abraçar este meu abraço
Que te tanto carinho traz.
Vem, pois tudo por ti faço.
Vem luz que m'alumia
Em cada dia que vai e vem
Vem dar-me voz, vem alegria
Vem e canta comigo também.
Vem mão de flores aos molhos
Vem paixão, vem sem demora
Vem acalmar meus olhos
Pois cada um só por ti chora.
Vem cá linda princesa
Vem graciar-me beleza
Vem fazer-me riso sincero,
Enquanto aguardo, desespero.
Vem fogo, vem calor
Vem candura, vem amor,
Vem comigo voar,
Vem, que te quero amar.
Sérgio O. Marques
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quinta-feira, 23 de outubro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Teu toque
Um teu toque inaudível
Perfumou-me a pele de cor,
Um colorido imperceptível,
Um arrepiar fervor.
Dobreio numa carta de amor
Bem junto do coração
E suspirei de contente.
Arrecadei-o para recordação,
Uma proxémica demente.
Não mais outra quis sentir,
Preservei indefinidamente
Esse fragor fulgir.
Numa redoma me fechei,
Isolei-me do resto de tudo
Para tê-lo só meu,
Teu efémero calor, gesto mudo.
Deixei de ver o céu.
Nesse encosto fui-te, mulher
Sou-te, bela e doce menina.
Afago guardado em caixa pequenina,
Essência de sofrer.
Sérgio O. Marques
Perfumou-me a pele de cor,
Um colorido imperceptível,
Um arrepiar fervor.
Dobreio numa carta de amor
Bem junto do coração
E suspirei de contente.
Arrecadei-o para recordação,
Uma proxémica demente.
Não mais outra quis sentir,
Preservei indefinidamente
Esse fragor fulgir.
Numa redoma me fechei,
Isolei-me do resto de tudo
Para tê-lo só meu,
Teu efémero calor, gesto mudo.
Deixei de ver o céu.
Nesse encosto fui-te, mulher
Sou-te, bela e doce menina.
Afago guardado em caixa pequenina,
Essência de sofrer.
Sérgio O. Marques
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Quadras de amor
De manhã, um beijo te deixo,
De tarde, te deixo um beijo.
O teu beijo num ensejo
Inflama-me o desejo.
Ilumina com pompa o ar
Um cometa cheio de luz.
É como o brilho do teu olhar
Que me enlouquece e seduz.
Arde-me este ardor tamanho
Que me inflama tão profundo
Pois o amor que te tenho
É do tamanho do mundo.
És pétalas de fina rosa
Num florescer matinal
Que deixa a rua cheirosa
Com fragrância sem igual.
O céu de estrelas se pinta
E a lua sorri contente
Sempre que te vejo tão linda
No meio de tanta gente.
És a mais bela flor
Que eu guardo em meu jardim
Regada com o teu amor
Que me faz feliz assim.
És minha doce paixão
Desde o dia em que te vi.
Trago-te no coração.
Ainda não te esqueci.
Se fosse eu pérola do mar
Azul profundo, terno leito,
Enfeitava um belo colar
Para tu trazeres ao peito.
Sérgio O. Marques
De tarde, te deixo um beijo.
O teu beijo num ensejo
Inflama-me o desejo.
Ilumina com pompa o ar
Um cometa cheio de luz.
É como o brilho do teu olhar
Que me enlouquece e seduz.
Arde-me este ardor tamanho
Que me inflama tão profundo
Pois o amor que te tenho
É do tamanho do mundo.
És pétalas de fina rosa
Num florescer matinal
Que deixa a rua cheirosa
Com fragrância sem igual.
O céu de estrelas se pinta
E a lua sorri contente
Sempre que te vejo tão linda
No meio de tanta gente.
És a mais bela flor
Que eu guardo em meu jardim
Regada com o teu amor
Que me faz feliz assim.
És minha doce paixão
Desde o dia em que te vi.
Trago-te no coração.
Ainda não te esqueci.
Se fosse eu pérola do mar
Azul profundo, terno leito,
Enfeitava um belo colar
Para tu trazeres ao peito.
Sérgio O. Marques
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Um doce fluir
Enebria a mente, a quinta essência
A fluir-te os chacras, carícia labial
De arrepiar a espinha. Bebes a demência
Dos meus lábios num beijo vaginal.
Cheiro-te o ânus e o corpo perfeito,
E mordo-te os seios firmes de paixão.
Esta lascívia que nos inflama o leito
Faz-me possuir-te como um furacão.
Assim vais gemendo gemidos de orgia
Até ao orgasmo, ejaculação, prazeria
Enquanto mordes a boca e se pára o tempo.
Aí sabes que num breve momento
És minha raínha num reino encantado.
No fim dormes com um sorriso alado.
Sérgio O. Marques
A fluir-te os chacras, carícia labial
De arrepiar a espinha. Bebes a demência
Dos meus lábios num beijo vaginal.
Cheiro-te o ânus e o corpo perfeito,
E mordo-te os seios firmes de paixão.
Esta lascívia que nos inflama o leito
Faz-me possuir-te como um furacão.
Assim vais gemendo gemidos de orgia
Até ao orgasmo, ejaculação, prazeria
Enquanto mordes a boca e se pára o tempo.
Aí sabes que num breve momento
És minha raínha num reino encantado.
No fim dormes com um sorriso alado.
Sérgio O. Marques
segunda-feira, 14 de julho de 2008
És mil rosas
És mil rosas que florescem viçosas
Em vasto roseiral de ametista
E várzea de paixões graciosas,
Maravilhosa escultura de um artista.
És o quente fogo púrpura e ladino,
Genuíno cravo de safiras ciano,
Rosa, da cor do mundo que pinto
E me inflama, doido, o peito insano.
És terno malmequer de nascer selvagem
Corado de rubro cerúleo ao fim da tarde,
Bruma rósea matinal meiga e alarde.
És a rosada fragrância de cem carinhos,
Doce inspiração de fresca aragem.
Colher-te-ia para mim, mas tens espinhos.
Sérgio O. Marques
Em vasto roseiral de ametista
E várzea de paixões graciosas,
Maravilhosa escultura de um artista.
És o quente fogo púrpura e ladino,
Genuíno cravo de safiras ciano,
Rosa, da cor do mundo que pinto
E me inflama, doido, o peito insano.
És terno malmequer de nascer selvagem
Corado de rubro cerúleo ao fim da tarde,
Bruma rósea matinal meiga e alarde.
És a rosada fragrância de cem carinhos,
Doce inspiração de fresca aragem.
Colher-te-ia para mim, mas tens espinhos.
Sérgio O. Marques
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Pedras preciosas
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Paixão negada
De sul o vento soprou forte
Em telhado levadio
Levou-te, amor, bem para norte,
Deixou-me o peito vazio.
Sei que não querias sentir
O que o teu coração sente
De nada te serve mentir
Pois o teu olhar não mente.
Sinto o teu pranto silente,
E em silêncio por mim clamas.
Por mim passas indiferente e
Nem assim, amor, me enganas.
Essa espada que me corta
Tem lâmina onde te feres.
A tua dor não me importa,
Não me tens porque não queres.
Sei que a tua boca quer,
De meus lábios, terno beijo
E em mil rosas se perder
Saciada de desejo.
Este é o fogo da paixão
Que nos faz ardor intenso.
É incúria da razão
Nos trazer sofrer imenso.
Cuido em te dizer assim
Desde o dia em que te vi:
Foste feita para mim,
Eu fui feito para ti.
Sérgio O. Marques
Em telhado levadio
Levou-te, amor, bem para norte,
Deixou-me o peito vazio.
Sei que não querias sentir
O que o teu coração sente
De nada te serve mentir
Pois o teu olhar não mente.
Sinto o teu pranto silente,
E em silêncio por mim clamas.
Por mim passas indiferente e
Nem assim, amor, me enganas.
Essa espada que me corta
Tem lâmina onde te feres.
A tua dor não me importa,
Não me tens porque não queres.
Sei que a tua boca quer,
De meus lábios, terno beijo
E em mil rosas se perder
Saciada de desejo.
Este é o fogo da paixão
Que nos faz ardor intenso.
É incúria da razão
Nos trazer sofrer imenso.
Cuido em te dizer assim
Desde o dia em que te vi:
Foste feita para mim,
Eu fui feito para ti.
Sérgio O. Marques
domingo, 8 de junho de 2008
Amor condenado
Um dia amei alguém.
Não me amava, amava outrem,
Que já não ama, ama-me a mim.
Porque tem a vida de ser
Tão complicada assim?
Não sabia o que sentir,
Se chorar, se queria rir,
Se a querer esquecer.
Definhei, extenuei,
Muitas lágrimas derramei,
O meu refúgio encontrei
No regaço de outro alguém.
Foi um amor enganado,
O nosso amor, amor danado,
Condenado à razão.
Não perdemos ocasião
Em entregar o coração,
Ainda nos desejarmos.
Nos amamos, nos amávamos,
Só então não nos quisemos.
Quiçá não nos merecíamos,
A querermo-nos merecer
Na paixão, no desejar
No nos querer, nos amar.
Sérgio O. Marques
Não me amava, amava outrem,
Que já não ama, ama-me a mim.
Porque tem a vida de ser
Tão complicada assim?
Não sabia o que sentir,
Se chorar, se queria rir,
Se a querer esquecer.
Definhei, extenuei,
Muitas lágrimas derramei,
O meu refúgio encontrei
No regaço de outro alguém.
Foi um amor enganado,
O nosso amor, amor danado,
Condenado à razão.
Não perdemos ocasião
Em entregar o coração,
Ainda nos desejarmos.
Nos amamos, nos amávamos,
Só então não nos quisemos.
Quiçá não nos merecíamos,
A querermo-nos merecer
Na paixão, no desejar
No nos querer, nos amar.
Sérgio O. Marques
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Suicídio
Desliza pela face em pranto
Uma lágrima cristalina
A tecer esbelto manto.
Traz no peito imensa dor
E na mão uma flor.
Como a chuva, cristalina,
Escorre pelo semblante
Uma lágrima pura e fina
Do mais vivo diamante.
Traz na mão uma flor
Para dar ao seu amor.
Uma lágrima fina e pura
A lembrar tanta amargura.
Queda-se ali e ali vem
Dia a dia, mais ninguém.
Só, se esvai em pleno choro.
Traz na mão uma flor.
Desejava jazer morto
Como jaz o seu amor
Desde o dia aziago.
Traz um punhal afiado
E na mão uma flor
Para dar ao seu amor.
Ali expira ao seu lado,
No peito, o punhal afiado
E na mão uma flor
Bem ao pé do seu amor.
Uma lágrima cristalina
A tecer esbelto manto.
Traz no peito imensa dor
E na mão uma flor.
Como a chuva, cristalina,
Escorre pelo semblante
Uma lágrima pura e fina
Do mais vivo diamante.
Traz na mão uma flor
Para dar ao seu amor.
Uma lágrima fina e pura
A lembrar tanta amargura.
Queda-se ali e ali vem
Dia a dia, mais ninguém.
Só, se esvai em pleno choro.
Traz na mão uma flor.
Desejava jazer morto
Como jaz o seu amor
Desde o dia aziago.
Traz um punhal afiado
E na mão uma flor
Para dar ao seu amor.
Ali expira ao seu lado,
No peito, o punhal afiado
E na mão uma flor
Bem ao pé do seu amor.
domingo, 11 de maio de 2008
Minha doce amada
A minha linda amada
Sublime beleza,
Maravilha da natureza
Encanta, a encantada.
O meu belo amor
Chama ardente,
Dança impaciente
Arde com ardor.
A minha enaltecida paixão
Esbelta escultura
Duma arte futura
Entoa inspiração.
A minha doce vida
Soberba harmonia
Aroma a maresia
Marulha, minha querida.
Marulha, entretida
Com inocente euforia
Onde adormeço e me perco
De tão perto e desperto.
Sérgio O. Marques
Sublime beleza,
Maravilha da natureza
Encanta, a encantada.
O meu belo amor
Chama ardente,
Dança impaciente
Arde com ardor.
A minha enaltecida paixão
Esbelta escultura
Duma arte futura
Entoa inspiração.
A minha doce vida
Soberba harmonia
Aroma a maresia
Marulha, minha querida.
Marulha, entretida
Com inocente euforia
Onde adormeço e me perco
De tão perto e desperto.
Sérgio O. Marques
domingo, 4 de maio de 2008
Mulheres imorais
Libidinosas
Mulheres imorais
Vil beleza
Bebem da carne a fraqueza
Pecados mortais
Voluptuosas
Mulheres lascivas
Soberanas da libido
Amoldam divas
Doce perigo
Deliciosas
Mulheres bem feitas
Sabor sensual
São curvas perfeitas
Pecado original
Vaidosas
Mulheres ousadas
Vestem fino ouro
Ninfas namoradas
Um tesouro
Preciosas
Mulheres ladinas
Andar coleante
Torna-se delirante
Extasiantes meninas
Venenosas
Mulheres sedutoras
Musas tentadoras
Ferem o coração
Com o beijo da traição
Sérgio O. Marques
Mulheres imorais
Vil beleza
Bebem da carne a fraqueza
Pecados mortais
Voluptuosas
Mulheres lascivas
Soberanas da libido
Amoldam divas
Doce perigo
Deliciosas
Mulheres bem feitas
Sabor sensual
São curvas perfeitas
Pecado original
Vaidosas
Mulheres ousadas
Vestem fino ouro
Ninfas namoradas
Um tesouro
Preciosas
Mulheres ladinas
Andar coleante
Torna-se delirante
Extasiantes meninas
Venenosas
Mulheres sedutoras
Musas tentadoras
Ferem o coração
Com o beijo da traição
Sérgio O. Marques
quarta-feira, 16 de abril de 2008
O beijo duma flor
Cheiro-te, flor.
As tuas pétalas ardentes
São rosas que brotam do meu amor
O perfume dos teus lábios quentes.
O teu sorriso aquece
A certeza do meu desejo
De cerúleos miosotes,
Dum doce gosto amargo que não se esquece
Perdido no beijo, o ensejo.
A tua voz em verso
Desenvolta em delicadas gloses
Ao vento, um segredo disperso
Canta em serenas melodias
E só eu as sei ouvir.
Lindos lírios purpúreos
Como lágrimas cristalinas, luzidias,
Singelas gotas de chuva a cair
Suave sobre campos popúleos
Cobrem o chão de cravos e papoulas
Coloridas no teu corpo perfeito.
És ninfa sobre o meu leito
Valerosa, entre guerreiras afoutas
Vindouras duma paz erguida,
Mensageiras do amanhecer.
Dás-me força, dás-me vida
Rejubilas o meu ser.
Sérgio O. Marques
As tuas pétalas ardentes
São rosas que brotam do meu amor
O perfume dos teus lábios quentes.
O teu sorriso aquece
A certeza do meu desejo
De cerúleos miosotes,
Dum doce gosto amargo que não se esquece
Perdido no beijo, o ensejo.
A tua voz em verso
Desenvolta em delicadas gloses
Ao vento, um segredo disperso
Canta em serenas melodias
E só eu as sei ouvir.
Lindos lírios purpúreos
Como lágrimas cristalinas, luzidias,
Singelas gotas de chuva a cair
Suave sobre campos popúleos
Cobrem o chão de cravos e papoulas
Coloridas no teu corpo perfeito.
És ninfa sobre o meu leito
Valerosa, entre guerreiras afoutas
Vindouras duma paz erguida,
Mensageiras do amanhecer.
Dás-me força, dás-me vida
Rejubilas o meu ser.
Sérgio O. Marques
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Sonho
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
O sonho
Mergulho inconstante em lagos esféricos
Escorridos de mercúricos malmequeres
Respirando a água que não me afoga em séricos
Fios doirados de cetim em recantos édenes.
Voo, irmão do vento, perdido nas núvens
Galgando vertiginosa aceleração
Rejubilada do afecto de muitas mães.
Possuo o mundo na palma da minha mão.
Sou as árvores, sou a terra e os mares.
Sou os caminhos inundados de prazer.
Sou o sol que não teme em te acolher.
E ali estás tu, rútila de assombrar
Iluminando o dia, quando de súbito
Acordo para a vida, estava a sonhar.
Sérgio O. Marques
Escorridos de mercúricos malmequeres
Respirando a água que não me afoga em séricos
Fios doirados de cetim em recantos édenes.
Voo, irmão do vento, perdido nas núvens
Galgando vertiginosa aceleração
Rejubilada do afecto de muitas mães.
Possuo o mundo na palma da minha mão.
Sou as árvores, sou a terra e os mares.
Sou os caminhos inundados de prazer.
Sou o sol que não teme em te acolher.
E ali estás tu, rútila de assombrar
Iluminando o dia, quando de súbito
Acordo para a vida, estava a sonhar.
Sérgio O. Marques
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Ao meu amor
Se o teu coração não é meu,
De meu infortúnio, a má sorte.
Já sabes que o meu é teu
Desde então até à morte.
Querer eu de minha vontade
Em te esquecer, linda dama.
É de dura adversidade
Desprezar a quem se ama.
Pela ferida que não cura
De amor inconciliável,
Rogo-te num gesto amável
Que sejas feliz na ventura.
Sofro duma saudade imensa
Porque eu não te esqueci,
Sinto no peito dor intensa
Por ainda gostar de ti.
Sérgio O. Marques
De meu infortúnio, a má sorte.
Já sabes que o meu é teu
Desde então até à morte.
Querer eu de minha vontade
Em te esquecer, linda dama.
É de dura adversidade
Desprezar a quem se ama.
Pela ferida que não cura
De amor inconciliável,
Rogo-te num gesto amável
Que sejas feliz na ventura.
Sofro duma saudade imensa
Porque eu não te esqueci,
Sinto no peito dor intensa
Por ainda gostar de ti.
Sérgio O. Marques
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Menina, esse teu andar
Menina, é esse teu andar - Que me faz sonhar
Menina com andar risonho - És o meu sonho
Menina com andar de rir - Que me faz fulgir
Menina do andar belo - É por ti que eu velo
Menina cujo andar ledo - Me conta um segredo
Menina do andar contente - Que me põe diferente
Menina do andar sereno - És o meu veneno
Menina do andar opíparo - És o meu antídoto
Menina do andar que pensa - És a minha doença
Menina que do andar és pura, - És a minha cura
Menina, o teu andar que fala - É que me cala
Menina que o andar me afecta - É que me faz poeta
Menina, é esse teu andar - Que me faz voar
Menina do andar que diz
Que és feliz
Que sou feliz
Só por te amar.
Sérgio O. Marques
Menina com andar risonho - És o meu sonho
Menina com andar de rir - Que me faz fulgir
Menina do andar belo - É por ti que eu velo
Menina cujo andar ledo - Me conta um segredo
Menina do andar contente - Que me põe diferente
Menina do andar sereno - És o meu veneno
Menina do andar opíparo - És o meu antídoto
Menina do andar que pensa - És a minha doença
Menina que do andar és pura, - És a minha cura
Menina, o teu andar que fala - É que me cala
Menina que o andar me afecta - É que me faz poeta
Menina, é esse teu andar - Que me faz voar
Menina do andar que diz
Que és feliz
Que sou feliz
Só por te amar.
Sérgio O. Marques
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Por ti
Movo montes, corro mundo,
Ouso ao vencedor vencer,
Birro, berro em tom facundo
Por um segundo p'ra te ver.
Seco os mares, a Terra inundo
E o que é rápido torno lento.
O pólo norte ao sul ajunto
Só para te ter um momento.
Do teu semblante o mais lindo,
Em fúlgida entoação
Canto a todos o que sinto
Com a fúria de um vulcão.
Sérgio O. Marques
Ouso ao vencedor vencer,
Birro, berro em tom facundo
Por um segundo p'ra te ver.
Seco os mares, a Terra inundo
E o que é rápido torno lento.
O pólo norte ao sul ajunto
Só para te ter um momento.
Do teu semblante o mais lindo,
Em fúlgida entoação
Canto a todos o que sinto
Com a fúria de um vulcão.
Sérgio O. Marques
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Cabelos negros
Serenos cabelos de perene fulgor
S' agitam em ti voluptuosos.
E os teus olhos garbosos
São a seiva do meu amor.
Por onde andas quando só penso em ti?
Onde estás nos dias que não te vejo?
Já a tua voz ao longe me aquece o coração
E eu penso...
Quando sentirei o calor dos teus lábios nos meus.
Sérgio O. Marques
Sérgio O. Marques
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