terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O programador incansável

Com afico perseverante,
Noite e dia incessável
Labuta. Tem garra inflamante
O programador incansável.

Caixas de texto, botões,
Janelas de muitas cores,
Em maranhas de funções
Programa vários sabores.

Algoritmos mui marados
E lógica de estontear,
Tantos ciclos alinhados
P'rós programas funcionarem.

Variáveis e coisas tais
Para receberem valores
Seja em números ou literais
Apropria operadores.

Engendra tamanhas classes
P'ra instanciar objectos
Com padrões e interfaces
Em complicados projectos.

Polimorfismos e heranças,
São, p'ra ele, doce comer
São conceitos p'ra crianças
Que estão aprender a ler.

Das bases de dados é ás,
Um exímio campeão.
Qualquer área lhe apraz
Em sistemas de informação.

-Oh! Banalidades triviais!
Diz com ares de doutor.
-Arquitecturas banais
De cliente-servidor.

São comentários de artista,
De ousado programador,
Um grande especialista
Ligado ao computador.

De corpo e alma se entrega
À arte que tão bem ama.
Se o dia não lhe chega,
À noite nem vai à cama.

Excelentes programas tece,
Incansável, o André,
Mesmo quem bem o conhece
Nem sonha como ele é.

1 comentário:

Alessandra disse...

Muito bom! Parabéns!